Sunday, June 5, 2011

CÁLCULO INFINITESIMAL ESPACIAL DIMENSIONAL GRACELIANO.

Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.

ancelmoluizgraceli@hotmail.com

Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.

Este cálculo não se usa o gráfico cartesiano ou o angular graceliano. Os pontos são marcados no espaço conforme o resultado da função numa ordem de altura, ou de longitude, latitude, transversal e [ou] de aceleração e velocidade, ou rotação, etc. em relação ao tempo.

Por isto que é um cálculo espacial dimensional.

E com infinitas dimensões.

E é infinitesimal porque pode usar o cálculo infinitesimal vigente ou o graceliano.

Os pontos não são marcados em relação a um gráfico, mas no espaço.

E os valores que determinarão se o referencial será uma reta, uma curva, uma curva com rotação, ou com rotação e afastamento progressivo em uma das extremidades, e se terá translação.

Um valor de x inicial até um outro valor de x final, que estará entre x inicial e x final.

E para cada valor infinitesimal de x há uma variação – que pode ser exponencial, progressiva, fracionária, ou outras funções matemáticas. Inclusive do cálculo vigente.

A variação para cada infinitesimal variação de x poderá representar funções algébricas, de cálculo integral, ou e principalmente com funções de valores dimensionais.

Os valores dimensionais podem representar infinitas dimensões. Mas, principalmente para a rotação, translação, lateralidade, afastamento, expansão progressiva.

Espacial será no espaço, sem referencial, mas os valores de x poderão formar um gráfico – reta, curva, espiral, etc. fixa, ou com dinâmica e variação de forma conforme a função o determinará.

Temporal – pode variar conforme o tempo, tanto o valor de x quanto o resultado da função.

E que poderá aumentar progressivamente ou decrescer.

Ou seja, o valor de x inicial ao x final poderá ser de 5 a 9. ou outros valores para x inicial e x final.

Exemplos.

1] x= a*2+ b*4 +[c/2].

2]Ou seja, para cada ponto entre 5 e 9 haverá variações e determinarão pontos em relação

a cada valor de 5 e 9 e seus intermediários.

3]Os cálculos poderão ser para funções algébricas, cálculos matemáticos, e principalmente dimensionais.

4] Usando dimensões.

Entre o valor de x inicial e x final ou infinito sendo que x inicial é 7. E usando x como referencial espacial, e o outro ponto sendo o resultado em relação ao valor usado na função algébrica, de cálculo, ou valore dimensional.

a] x inicial = 7 sendo que x pode começar com 7 e ter um extremo ou continuar.

Para cada valor de x = rotação * translação+ afastamento + movimento de lateralidade.

Sendo que para cada valor de cada dimensão se terá varáveis diferentes em relação ao tempo.

B] sendo que cada dimensão pode ter uma variável própria, e em cada variável própria uma variável para cada valor de x.

C] e cada valor de x variar conforme uma função pré-estabelecida.

Ou seja, sendo x de 7 a 14 com rotação, translação e afastamento crescente até 10 e decrescente a partir de 10,01 até 14 ou mais.

Sendo que para cada variação de x haverá uma variação proporcional [ou] maior equivalente a um valor y em todos, alguns ou nenhum valor de r, t, a.

X poderá representar pontos de afastamento formando uma reta, ou curva, ou curva em rotação etc. com os resultados dos pontos da função.

As variáveis dimensionais podem ser mais de uma para cada dimensão.

Exemplo.

R1, r2, r3, rn... Todas com coeficientes variáveis diferentes.

Cálculo pulsântico [fluxos] de graceli.

1] o valor de x vai até um limite, depois retorna determinando uma variação até aquele limite. Depois retorna produzindo uma variação entre dois extremos.

Isto é encontrado nos cálculos graceliano. Com valores entre dois extremos que este extremo pode variar [ crescente e decrescente].

[O todo menos uma parte. E o resultado é dividido pela maior parte].

Assim, o pulso pode ser fixo ou crescente e decrescente em qualquer dos extremos.

Ver o cálculo infinitesimal espacial dimensional graceliano.

Exemplos.

X=a

A= 1x até o limite 9x.

O retorno. 9x até próximo do limite de 1x.

[7-2=5, 5/2=2,5] . o todo subtraído de uma parte, e o resultado dividido do todo.

Assim, se tem um fluxo crescente e variável, e que pode ser estendido em partes internas, e limites externos, crescentes e decrescentes.

COSMOLOGISMO E METACOSMOLOGISMO GRACELIANO.

Fundamentos para uma religião.

A realidade são uma interação e universalidade de fenômenos, categorias, ações, poderes, do divino ao cósmico, do cósmico ao metacósmico, do metacósmico ao metafenomênico e metaexistencial. E destes ao universo racional e de direcionamento próprio.

Assim, temos.

Uma razão cósmica, e uma análise para uma razão cósmica e crácio meta e fenomênica.

E se fundamenta num universalismo teo-cosmológico.

Onde o poder divino e poder cósmico, e poder vital, e poder vitalpsíquico agem sobre as três formas de realidades.

A DE PODERES [CRÁCIO].

O META [PROPÓSITO METAFENOMÊNICO, E PROPÓSITO METAEXISTENCIAL].

A REALIDADE CÓSMICA E FENOMÊNICA.

Assim, no crácio temos.

O poder divino.

O poder cósmico.

O poder vital.

O poder vitalpsíquico

Na metarealidade temos.

O metacósmico.

O metaexistencial.

O metafenomênico.

O metavital.

O metapsíquico.

O metaracional.

O metaaprimorativo.

No fenomênico temos.

O cósmico.

O fenomênico.

O as interações e ações.

O racional.

O existencial.

O aprimorativo.

A essência da natureza vital.

O vitalpsíquico.

A racionalidade craciológica [na forma de poder].

O bio, o psíquico, o físico, o químico.

E as interações, e universalidade entre todos.

Logo, é uma teoria de poder, meta, fenômenos, interações e ações, existencial, fenomênica, do conhecimento. E hgt [hiper unificação graceliana da totalidade].

Assim, a realidade é a realidade cósmica e metacósmica.

E o cosmo tem a sua própria realidade e racionalidade que é expresso através da ordem, da harmonia, do direcionamento programado, e do aprimoramento progressivo [e não dialético].

Assim, a realidade não é dialética, não é materialidade, não é o espaço e o tempo.

E a realidade não está regida por estruturas, fenômenos, e causas e efeitos.

Pois, anterior ao fenômeno e causa e efeitos há o crácio e o meta.

E a realidade não se encontra no espaço e no tempo, pois o tempo não existe como realidade em si.

Assim, a realidade se encontra na metarealidade [no crácio e no meta].

O fenômeno e as estruturas, causas e efeitos é o que aparece do fenômeno, e não o que o que o rege e o faz ser realidade.

Assim, uma unitotalidade, uma craciologia, uma metarealidade, uma transcendentalidade sobre a realidade de partes sobre o todo e o todo sobre as partes. Um autocosmo regendo as partes que compõe e produz o todo.

METABIOLOGIA.

Assim, sob a mente consciente e o universo inconsciente está a natureza vitalpsíquica, e sobre está o crácio e o meta.

Pois eles regem a sua estruturalidade, formação, aprimoracidade, e transcendentalidade.

E a partir daí a natureza vital tem a sua realidade, racionalidade e conhecimento.

O mesmo acontece com a natureza vitalpsíquica, cósmica, metacósmica, metaexistencial e metatranscendental.

Ou seja, o cosmo, a vida o poder, a vitalidade, a mente têm a sua realidade, racionalidade e conhecimento e que todos se interagem sobre todos. E tudo sobre tudo.

Logo, racionalidade e conhecimento não é uma particularidade da mente. Mas de todos os metafenômenos num metacosmo.

CINCO PILARES CÓSMICOS DA METAREALIDADE.

A realidade estruturante e concreta, e aprimorística, a existencialidade se fundamentam em cinco pilares cósmicos da realidade.

1-O poder.

2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.

3-A interação e unicidade.

4-O fenômeno.

5-E o transcendental aprimorístico

Como se vê acima a realidade não é dialética, pois ela se aprimora e se processa por uma metatranscendentalidade sobre e sob todos as coisas e do cosmo.. E uma interação e universalidade entre todas as realidades.

E na verdade a realidade é metainteração e metaunicidade regido por poderes.

Assim, somos e a nossa razão é, e somos um estágio da maturação cósmica regida por seus poderes e metarealidades.

Onde leva a realidade na sua totalidade de categoria de ser a se integrar, unir, transcender e trans aprimorar.

A permanência da vida é o propósito máximo da vida e de todo ser vivo. E para isto a vida constrói mecanismos ferramentas, órgãos e funções. Somos reproduções, imunidade, reprodução e reposição celular, funções metabólicas, mente, etc.

Ou seja, somos varias realidades numa só dentro de nós. E fora de nós.

Assim, a realidade é e se desenvolve sozinha através dos cincos pilares da realidade.

Com isto a realidade não é mecanicista, ocasonista, materialista, e dialética. E não faz parte de um processo de causa e efeito dentro dos fenômenos e sua materialidade, mas, um universo de poder, meta, interações e universalidades cósmicas.

Com isto a realidade é se fundamenta nos cinco pilares.

Logo, a realidade não se encontra no tempo ou no espaço, mas nos pilares e suas interações e em si mesma.

Não está no outro [espaço e tempo], mas em si mesma.

Não se encontra na causa e efeito, ou na fenomenia, mas nos pilares e sua universalidade.

1-O poder.

2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.

3-A interação e unicidade.

4-O fenômeno.

5-E o transcendental aprimorístico

Assim, a matéria não construiria os pilares da vida, da mente, e os espíritos, o aprimoramento direcionado, a ordem e harmonia cósmica, a funcionalidade do universo vital com todos os seus órgãos e funções.

Mas os poderes, potencialidades, transcendentalidades, metarealidades, aprimoramentos naturais e metanatural que estão nos pilares cósmicos e formam o todo da realidade e suas interações.

Assim, a vida não é obra de uma evolução a partir da matéria, num processo mecanicista e ocasonista.

Assim, temos o hgt, numa só teoria temos a metafísica, o existencialismo, o vitalismo, o racionalismo e uma teoria do conhecimento.

Onde os cinco pilares cósmicos são também formas racionais, lógicas e com conhecimento próprio.

E a vida e a existência surgem e se aprimoram pelos pilares cósmicos.

TEMOS NESTE PONTO UMA INTERAÇÃO, UMA TROCA, UMA UNIVERSALIDADE, ONDE AS PARTES SE COMPLEMENTAM COM O TODO, E O TODO AGE SOBRE AS PARTES. NESTE PONTO ESTÁ O CÓSMICO.

Meta-aprimoracidade.

A realidade se aprimora por um poder, potencialidade e um rácio-poder, que leva a uma transcendentalidade lenta.

Fundamenta-se no poder e no metacosmico [externo] para o poder e metafenômeno [interno]. Assim temos o externo agindo sobre o interno, que é o craciovital, na produção da realidade. Onde há uma interação do externo para o interno e o interno sobro si, e interagindo com o todo.

Produzindo uma terceira realidade. Que é a realidade dos fenômenos, das estruturas e dos metafenômenos estruturantes, transcendentais aprimorístico inseridos dos cinco pilares e pela ação dos cinco pilares.

1-O poder.

2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.

3-A interação e unicidade.

4-O fenômeno.

5-E o transcendental aprimorístico

Assim temos a realidade craciocósmica e craciofenomênica.

E a realidade metacósmica e metafenomênica, que agem produzindo a realidade crácio, meta e fenomênica. Que agem produzindo a realidade externa e interna crácio e meta, e a realidade fenomênica e transcendental.

E que por sua vez estão inseridos de direcionamentos, ordem, aprimoramento e racionalidades.

Ver metafenomenia graceliana [publicada na internet].

Com a interação e a relação encontramos a hgt [hiper unificação graceliana da totalidade].

Através do externo sobre o interno, e o interno sobre si mesmo e sobre o todo, e na produção de mudanças sobre o terceiro [terceira realidade] que são os fenômenos, a transcendentalidade e o aprimoramento.

Observação. Isto não é dialética, pois temos aí o crácio, o meta, a universalidade e o hgt.

Assim, começa de fora para dentro com o crácio e o metaexterno.

De dentro para fora com metainterno.

Onde os pilares

1-O poder.

2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.

3-A interação e unicidade.

4-O fenômeno.

5-E o transcendental aprimorístico

São a sustentação do todo e são parte fundamental do todo.

Assim, este tratado sai do eixo físico, psicológico, espiritual e surge com o crácio, o meta, o cósmico, o transcendental aprimorístico, a interação entre o todo e as partes, o uno, o direcionado.

A universalidade entre a metafísica, o existencialismo, racionalismo e teoria do conhecimento.

A realidade não se processa por causa e efeito, mas pelos cinco pilares cósmicos e a transcendentalidade.

Não há espaço e tempo onde a realidade possa ser estabelecida, mas ela se estabelece em si mesma sob a ação dos cinco pilares cósmicos.

Onde temos a universalidade, a interação cósmica, estágios e poderes.

A matéria e o ocaso não servem e não são sustentáculos e agentes da produção da realidade. Mas os cinco pilares.

1-O poder.

2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.

3-A interação e unicidade.

4-O fenômeno.

5-E o transcendental aprimorístico.

Assim, o mundo é o que me produz. No caso os pilares e a vitalidade.

E o que produz o que me produz é o cosmo.

E este o meta.

E este o crácio [ poder divino e poderes cósmicos e vitais].

O homem é o que é o seu universo vitalpsíquico, cósmico, metaexistencial e craciológico, logo, o homem em si não chega a existir como agente fundamental de si. Logo, nunca será um super-homem.

Logo, um homem, uma sociedade, um ser vivo não é superior a outro. Pois, estes estão sob a ação da vitalidade, e a vitalidade do meta, e o meta do crácio, e as interações e universalidades entre todos.

Assim, a moralidade não está na força, mas no cinco pilares cósmicos.

1-O poder.

2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.

3-A interação e unicidade.

4-O fenômeno.

5-E o transcendental aprimorístico.

Não está na era [a era do espírito], mas na ação dos pilares.

O mesmo vale para a realidade.

Assim,

1- o homem não está a frente de seu organismo e da sua mente.

2- Organismo e mente a frente da natureza vital e natureza psíquica.





COSMOLOGISMO E METACOSMOLOGISMO GRACELIANO.

Fundamentos para uma religião.

A realidade são uma interação e universalidade de fenômenos, categorias, ações, poderes, do divino ao cósmico, do cósmico ao metacósmico, do metacósmico ao metafenomênico e metaexistencial. E destes ao universo racional e de direcionamento próprio.

Assim, temos.

Uma razão cósmica, e uma análise para uma razão cósmica e crácio meta e fenomênica.

E se fundamenta num universalismo teo-cosmológico.

Onde o poder divino e poder cósmico, e poder vital, e poder vitalpsíquico agem sobre as três formas de realidades.

A DE PODERES [CRÁCIO].

O META [PROPÓSITO METAFENOMÊNICO, E PROPÓSITO METAEXISTENCIAL].

A REALIDADE CÓSMICA E FENOMÊNICA.

Assim, no crácio temos.

O poder divino.

O poder cósmico.

O poder vital.

O poder vitalpsíquico

Na metarealidade temos.

O metacósmico.

O metaexistencial.

O metafenomênico.

O metavital.

O metapsíquico.

O metaracional.

O metaaprimorativo.

No fenomênico temos.

O cósmico.

O fenomênico.

O as interações e ações.

O racional.

O existencial.

O aprimorativo.

A essência da natureza vital.

O vitalpsíquico.

A racionalidade craciológica [na forma de poder].

O bio, o psíquico, o físico, o químico.

E as interações, e universalidade entre todos.

Logo, é uma teoria de poder, meta, fenômenos, interações e ações, existencial, fenomênica, do conhecimento. E hgt [hiper unificação graceliana da totalidade].

Assim, a realidade é a realidade cósmica e metacósmica.

E o cosmo tem a sua própria realidade e racionalidade que é expresso através da ordem, da harmonia, do direcionamento programado, e do aprimoramento progressivo [e não dialético].

Assim, a realidade não é dialética, não é materialidade, não é o espaço e o tempo.

E a realidade não está regida por estruturas, fenômenos, e causas e efeitos.

Pois, anterior ao fenômeno e causa e efeitos há o crácio e o meta.

E a realidade não se encontra no espaço e no tempo, pois o tempo não existe como realidade em si.

Assim, a realidade se encontra na metarealidade [no crácio e no meta].

O fenômeno e as estruturas, causas e efeitos é o que aparece do fenômeno, e não o que o que o rege e o faz ser realidade.

Assim, uma unitotalidade, uma craciologia, uma metarealidade, uma transcendentalidade sobre a realidade de partes sobre o todo e o todo sobre as partes. Um autocosmo regendo as partes que compõe e produz o todo.

METABIOLOGIA.

Assim, sob a mente consciente e o universo inconsciente está a natureza vitalpsíquica, e sobre está o crácio e o meta.

Pois eles regem a sua estruturalidade, formação, aprimoracidade, e transcendentalidade.

E a partir daí a natureza vital tem a sua realidade, racionalidade e conhecimento.

O mesmo acontece com a natureza vitalpsíquica, cósmica, metacósmica, metaexistencial e metatranscendental.

Ou seja, o cosmo, a vida o poder, a vitalidade, a mente têm a sua realidade, racionalidade e conhecimento e que todos se interagem sobre todos. E tudo sobre tudo.

Logo, racionalidade e conhecimento não é uma particularidade da mente. Mas de todos os metafenômenos num metacosmo.

CINCO PILARES CÓSMICOS DA METAREALIDADE.

A realidade estruturante e concreta, e aprimorística, a existencialidade se fundamentam em cinco pilares cósmicos da realidade.

1-O poder.

2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.

3-A interação e unicidade.

4-O fenômeno.

5-E o transcendental aprimorístico

Como se vê acima a realidade não é dialética, pois ela se aprimora e se processa por uma metatranscendentalidade sobre e sob todos as coisas e do cosmo.. E uma interação e universalidade entre todas as realidades.

E na verdade a realidade é metainteração e metaunicidade regido por poderes.

Assim, somos e a nossa razão é, e somos um estágio da maturação cósmica regida por seus poderes e metarealidades.

Onde leva a realidade na sua totalidade de categoria de ser a se integrar, unir, transcender e trans aprimorar.

A permanência da vida é o propósito máximo da vida e de todo ser vivo. E para isto a vida constrói mecanismos ferramentas, órgãos e funções. Somos reproduções, imunidade, reprodução e reposição celular, funções metabólicas, mente, etc.

Ou seja, somos varias realidades numa só dentro de nós. E fora de nós.

Assim, a realidade é e se desenvolve sozinha através dos cincos pilares da realidade.

Com isto a realidade não é mecanicista, ocasonista, materialista, e dialética. E não faz parte de um processo de causa e efeito dentro dos fenômenos e sua materialidade, mas, um universo de poder, meta, interações e universalidades cósmicas.

Com isto a realidade é se fundamenta nos cinco pilares.

Logo, a realidade não se encontra no tempo ou no espaço, mas nos pilares e suas interações e em si mesma.

Não está no outro [espaço e tempo], mas em si mesma.

Não se encontra na causa e efeito, ou na fenomenia, mas nos pilares e sua universalidade.

1-O poder.

2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.

3-A interação e unicidade.

4-O fenômeno.

5-E o transcendental aprimorístico

Assim, a matéria não construiria os pilares da vida, da mente, e os espíritos, o aprimoramento direcionado, a ordem e harmonia cósmica, a funcionalidade do universo vital com todos os seus órgãos e funções.

Mas os poderes, potencialidades, transcendentalidades, metarealidades, aprimoramentos naturais e metanatural que estão nos pilares cósmicos e formam o todo da realidade e suas interações.

Assim, a vida não é obra de uma evolução a partir da matéria, num processo mecanicista e ocasonista.

Assim, temos o hgt, numa só teoria temos a metafísica, o existencialismo, o vitalismo, o racionalismo e uma teoria do conhecimento.

Onde os cinco pilares cósmicos são também formas racionais, lógicas e com conhecimento próprio.

E a vida e a existência surgem e se aprimoram pelos pilares cósmicos.

TEMOS NESTE PONTO UMA INTERAÇÃO, UMA TROCA, UMA UNIVERSALIDADE, ONDE AS PARTES SE COMPLEMENTAM COM O TODO, E O TODO AGE SOBRE AS PARTES. NESTE PONTO ESTÁ O CÓSMICO.

Meta-aprimoracidade.

A realidade se aprimora por um poder, potencialidade e um rácio-poder, que leva a uma transcendentalidade lenta.

Fundamenta-se no poder e no metacosmico [externo] para o poder e metafenômeno [interno]. Assim temos o externo agindo sobre o interno, que é o craciovital, na produção da realidade. Onde há uma interação do externo para o interno e o interno sobro si, e interagindo com o todo.

Produzindo uma terceira realidade. Que é a realidade dos fenômenos, das estruturas e dos metafenômenos estruturantes, transcendentais aprimorístico inseridos dos cinco pilares e pela ação dos cinco pilares.

1-O poder.

2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.

3-A interação e unicidade.

4-O fenômeno.

5-E o transcendental aprimorístico

Assim temos a realidade craciocósmica e craciofenomênica.

E a realidade metacósmica e metafenomênica, que agem produzindo a realidade crácio, meta e fenomênica. Que agem produzindo a realidade externa e interna crácio e meta, e a realidade fenomênica e transcendental.

E que por sua vez estão inseridos de direcionamentos, ordem, aprimoramento e racionalidades.

Ver metafenomenia graceliana [publicada na internet].

Com a interação e a relação encontramos a hgt [hiper unificação graceliana da totalidade].

Através do externo sobre o interno, e o interno sobre si mesmo e sobre o todo, e na produção de mudanças sobre o terceiro [terceira realidade] que são os fenômenos, a transcendentalidade e o aprimoramento.

Observação. Isto não é dialética, pois temos aí o crácio, o meta, a universalidade e o hgt.

Assim, começa de fora para dentro com o crácio e o metaexterno.

De dentro para fora com metainterno.

Onde os pilares

1-O poder.

2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.

3-A interação e unicidade.

4-O fenômeno.

5-E o transcendental aprimorístico

São a sustentação do todo e são parte fundamental do todo.

Assim, este tratado sai do eixo físico, psicológico, espiritual e surge com o crácio, o meta, o cósmico, o transcendental aprimorístico, a interação entre o todo e as partes, o uno, o direcionado.

A universalidade entre a metafísica, o existencialismo, racionalismo e teoria do conhecimento.

A realidade não se processa por causa e efeito, mas pelos cinco pilares cósmicos e a transcendentalidade.

Não há espaço e tempo onde a realidade possa ser estabelecida, mas ela se estabelece em si mesma sob a ação dos cinco pilares cósmicos.

Onde temos a universalidade, a interação cósmica, estágios e poderes.

A matéria e o ocaso não servem e não são sustentáculos e agentes da produção da realidade. Mas os cinco pilares.

1-O poder.

2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.

3-A interação e unicidade.

4-O fenômeno.

5-E o transcendental aprimorístico.

Assim, o mundo é o que me produz. No caso os pilares e a vitalidade.

E o que produz o que me produz é o cosmo.

E este o meta.

E este o crácio [ poder divino e poderes cósmicos e vitais].

O homem é o que é o seu universo vitalpsíquico, cósmico, metaexistencial e craciológico, logo, o homem em si não chega a existir como agente fundamental de si. Logo, nunca será um super-homem.

Logo, um homem, uma sociedade, um ser vivo não é superior a outro. Pois, estes estão sob a ação da vitalidade, e a vitalidade do meta, e o meta do crácio, e as interações e universalidades entre todos.

Assim, a moralidade não está na força, mas nos cinco pilares cósmicos.

1-O poder.

2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.

3-A interação e unicidade.

4-O fenômeno.

5-E o transcendental aprimorístico.

Não está na era [a era do espírito], mas na ação dos pilares.

O mesmo vale para a realidade.

Assim,

1- O homem não está a frente de seu organismo e da sua mente.

2- Organismo e mente a frente da natureza vital e natureza psíquica.

3- por sua vez estas da sua metaexistencialidade e metafenomenia.

4- Por sua vez estas de poderes [divino, cósmico e vital. E De interações metacósmica.

5- E das unicidade, e da hgt [ hiper unificação graceliana da totalidade].

Logo, o homem, os seres não serão super-homens, super-seres, e não caminham em direção a ser absolutos. Pois absoluto só há um – o divino.

E por sua vez o homem só o que é outra realidade que há dentro dele e que o produz. Que é a realidade e natureza vital. E todos são produtos dos cinco pilares cósmicos.

Ele não caminha para ser um ser absoluto, pois absoluto só é o divino. E também o homem é um ser que apenas é o reflexo do é o seu universo vital e psíquico e o universo cósmico, meta e crácio que o estrutura e faz parte de sua natureza.

O mesmo serve para o super-homem, pois o homem nunca será um super-homem, pois ele é apenas um reflexo.

O reflexo do é o seu universo vital e psíquico e o universo cósmico, meta e crácio que o estrutura e faz parte de sua natureza.

Não há raças de seres fortes, pois todos têm a sua natureza vital, e em muitas espécies os menores são os mais aptos. [ver teoria biológica graceliana da inversão – publicada na internet].

Não é o perdão a moral fundamental do homem, pois a sua moral fundamental já existe dentro do ser, faz parte de sua natureza vital e psíquica, que está expressa no sentimento de proteção dos filhos pelos pais, principalmente pela mãe. Que tem como meta a continuidade da vida, sua transcendentalidade e eternidade.

Ou seja, o sentimento que é uma ferramenta vital e psíquica é o principio fundamental da moral.

E isto faz parte da natureza vital e psíquica, e homem apenas a expressa e a consolida nos seus filhotes recém nascidos.

É a ferramenta de proteção que dará continuidade a vida, pela transcendentalidade e reprodução.

Ou seja, antes de existir o homem há o universo vital e psíquico.

E isto não um é inconsciente, mas uma FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

Por sua vez o universo vital está sob a ação do universo cósmico de interações e poderes, meta e crácio, e de transcendentalidades, todos regidos pelos cinco pilares cósmicos.

Logo, o homem é o resultado do que o precedeu e o fez e o faz ser o que é. Assim, a moral fundamental não é o perdão. Mas a fenomenalidade transcendental expressa através do sentimento de proteção.

A fenomenalidade transcendental não é apenas uma genética, um inconsciente. É uma estrutura estruturante dentro do ser e que o produz.

A FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

Não está no depois, no processo, mas está no antes, está na produção estruturante do ser, da sua vida, da sua mente, da sua reprodução e transcendentalidade.

Assim, o perdão é fundamental, ponto máximo da psicologia do cristianismo, mas a estrutura da moral já está dentro do ser vivo. O ser apenas é o reflexo deste universo que o produz.

Ou seja, o ser já nasce com a luz dentro dele, pois ele é o que o produz, e o que o produz é um universo e natureza de poderes e metafenômenos dentro da ação de um metacosmo.

Não devemos desprezar o perdão, pois é uma das maiores conquista já produzida numa sociedade e que culminou com a vinda de Cristo.

Porém, o ponto maior de uma sociedade, da moral e do ser é a luz, e a luz é a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

E que estão dentro do ser. E que o ser é o reflexo da FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

E que por sua vez estes estão sob a ação do metapropósito fenomênico existencial e do universo crácio e metacósmico.

Assim temos os fundamentos para uma biologia, psicologia, sociologia, moral e uma religião.

Onde a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

Não é uma genética, mas rege a vida e o ser.

Onde a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

Não é um inconsciente, mas faz parte da natureza do ser e de sua mente e rege a mente. Pois rege os sentimentos para reger e transcender a vida.

Onde a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

Rege a moral, e é anterior ao ser, e o ser apenas a reflete.

Onde a FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

Estabelece o ser como luz antes mesmo dele aceitar ser luz, antes dele nascer, e ele nasce com um universo de luz dentro dele, e um universo de luz que o produz e que ele está inserido. Que é o universo vital, meta e crácio.

Ou seja, temos neste ponto novos fundamentos para o ser, e que podem servir para uma nova fundamentação de uma religião.

A realidade, o ser, a existência, a felicidade, a racionalidade e a mente também surgem de uma FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

Temos neste ponto uma UNICIDADE GERAL E TOTAL [HGT] entre as ciências e filosofias e uma nova fundamentação para uma religião.

Prossigamos – a realidade não se faz com [o espírito da era], mas sim com a universalidade metacósmica dos cinco pilares cósmico.

A procura do poder e da força não está no homem, mas no seu universo e natureza vital, psíquico e cósmico, que se encontra dento dele e o forma e o produz como ser homem ou mulher, e ser realidade.

A mulher neste caso leva consigo não a ânsia da força e do poder, mas ser a genitora da vida que ela carrega, e que a natureza lhe impôs esta função.

E em se tratando de sentimentalidade, a mulher tem isto mais desenvolvido para ter uma maior proteção para com os seus filhos. Que também ela apenas reflete um universo vivo e vital que a mesma carrega e transcende.

Com isto ela tem uma FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO bem apurado e bem sólida.

Logo, ser homem não é ser super, ser homem é ser o reflexo de uma realidade que está dento dele.

E ser e realidade neste ponto é uma só coisa.

Não é o homem que reproduz, mas a sua natureza vital, ou seja, ele não tem domínio sobre a sua reprodução e sua realidade.

E sobre a sua vida, pois ele morre, mas a vida transcende e se aprimora pelos cinco pilares cósmicos.

Com isto esta não é a minha moral, mas a moral do universo vital.

E não é a minha estética, mas a estética do universo vital e dos cinco pilares. Pois o belo ou o feio só os serão através dos pilares e da FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

Só verei o belo se tiver num estágio e maturação capaz de ver e decifrar o belo ou o feio.

Assim, se há algo super é a vitalidade, pois é nela que há o poder e sua transcendentalidade, pois, ela também é o resultado dos cinco pilares cósmicos.

Prossigamos – o pensamento não está na consciência, mas no universo e natureza vitalpsíquica.

Pois, o que coordena o funcionamento dos órgãos e metabolizações é a natureza vitalpsíquica e não a mente, ou o consciente.

Por outro lado, a essência da moral e da sociedade não está no forte ou no fraco, mas na interação de todos os elementos e componentes sociais e morais, que são regidos pelos vitais, e estes pelos cósmicos.

Porém, o bem não interage com o mal, pois o bem é absoluto, e o mal transitório. E o bem sempre está cima do mal.

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Assim, a essência da realidade, dos indivíduos, da sociedade, da moral não está na melhoria da raça, ou de seres para sobressair perante outros numa sociedade. Todos têm a sua função, isto se encontra em todas as sociedades. Principalmente das abelhas, formigas, macacos.

E todos têm a sua potencialidade vital, biológica, psíquica, sociológica, moral conforme a sua função na existencialidade.

E que se divide em.

Primeiro – da vida.

Segundo – do todo.

Terceiro – do ser.

Sobre a felicidade.

A felicidade está na harmonia do todo. Na ordem cósmica. E no poder e interação que produz o cosmo.

Logo, não é um individuo [forte ou fraco], mas o todo e sua natureza vital, e os cinco pilares cósmicos.

E o ser, em qualquer condição que se encontra [ forte , fraco ou super] não vence a morte, mas o todo, a organização, a ordem e harmonia, a interação, a vida, os cinco pilares vencem a morte.

Neste ponto o ser nunca será super, pois ele não vence os seus limites vitais e existenciais, mas a vida vence e transcende.

Pois, ele está fadado ao fim, e antes do fim à decrescência vital, biológica, psíquica, existencial e social.

Mas, perante o divino ele será eterno, pois a sua existencialidade faz parte de um propósito metafenômeno existencial e cósmico.

Esta é a compensação cósmica da metaexistencialidade.

Assim, a essência da moral é a metaexistencialidade, é a vitalidade e os cinco pilares cósmicos.

Pois, o ser é o que o produz, ele está num barco que o navega. Ele não tem o leme e nem é o motor de si mesmo. Ele não é o objeto e nem o sujeito, logo, ele nunca será um super-homem.

Assim, a religião é a mais importante criação do homem. Que é reconhecimento do seu tamanho num universo que ele só é uma pequena parte.

E a vida supera e está alem do homem. Pois, o homem já nasce na decrescência existencial, enquanto a vida que o produz persiste, transcende e se aprimora pelos cinco pilares cósmicos.

O CRISTIANISMO nivela o homem através do perdão.

O GRACELIANISMO nivela o homem através da mágica da vida – homem através do divino, dos pilares, e do que tem dentro dele – que é a natureza vital e psíquica.

Em direção a transcendentalidade.

O homem deve conhecer a sua natureza vital, metavital, transcendental, mágica e metaexistencial.

Reconhece que a vida conduz o homem, e a Deus.

Temos uma filosofia que se assemelha a uma religião, enquanto unifica e universaliza as ciências, filosofias e a religião.

Pois, a metafísica, o existencialismo, o psicologismo, a racionalidade, a moral, a estética, o conhecimento tornam-se uma só coisa.

Enquanto a cosmologia, a astronomia, física e química se universaliza, pois o mesmo fenômeno que produz o sistema atômico produz os astros.

PRIMEIRA CONCLUSÃO.

Assim, a vida e a natureza vital e psíquica, e os cinco pilares que determinam o homem.

E estes transcendem sobre si mesmos e processar o seu aprimoramento lento e perfeito.

Ou seja, eles não transcendem pelo tempo, ou pelo espaço, mas sobre si e dentro de si, e para si.

E o agente não é a causa, mas os pilares inerentes de dentro de cada interação poder.

Assim, estamos diante de categorias [formas e tipos] existenciais, que são os cinco pilares, a existencialidade, a natureza vitalpsíquica, e o homem.

E o ultimo, o homem [que já é o ultimo, por ser o ultimo degrau na categoria existencial] não consegue ter o domínio sobre si, sobre a sua existencialidade e transcendentalidade.

Ou seja, ele não transcende. Pois, o que transcende é a realidade vital, a natureza vital e psíquica, e os cinco pilares cósmicos.

1-O poder.

2-O metacósmico, o metavital. O metafenomênico e o metaexistencial.

3-A interação e unicidade.

4-O fenômeno.

5-E o transcendental aprimorístico.

Por outro lado, o divino através de seu poder trabalha para proteger e fazer crescer o homem, a sua dignidade, e com ele a sua vida.

E em se falando de vida do homem. É o que o divino mais protege no ser humano. Pois o mau tenta atacar o homem na sua existencialidade e vitalidade, porém o divino o protege.

Continuando.

A filosofia graceliana sai do eixo entre psicologia e física e parte para o crácio, o meta, o uno, e o transcendente.

Assim, segue,

1- De fora para fora por interações [do cósmico para o cósmico] [de poder para poderes], [de meta para meta] e entre todos.

2- De fora para dentro por ação do cósmico para o vital.

3- E depois de dentro para dentro e de dentro para fora, [ do vital para o vital, e do vital para o cósmico].

Assim, a vida é uma essência, uma categoria, uma forma de realidade própria que age sobre si mesma através dos pilares cósmicos.

Não é causa da matéria, mas usa a matéria para se instalar, se processar e transcender e se aprimorar.

Porém, o espírito que nasce com a fecundação, é uma forma de vida e com racionalidade que pode existir fora da matéria.

Pois, a vida é inserida de.

Crácio metafenomenia.

Crácio meta direcionamento.

Crácio meta aprimoramento.

SEGUNDA CONCLUSÃO.

Não é o tempo e nem o espaço que detém a essência da vida, e nem a matéria e nem os processos, mas os cinco pilares cósmicos, e a vida por sua vez é uma realidade própria e essência própria.

Ela não surge da matéria, mas dos pilares, do poder divino e o propósito metafenomênico existencial.

Ela não precisa de causas para existir, pois ela é a causa de si e surge da ação dos pilares cósmicos.

Como exemplo, pode-se citar os espíritos que quando fora do corpo conhecem o medo, principalmente da cruz, e por sua vez não tem cérebro.

A mente está ligada ao universo vital.

A vida tem a sua memória e a função de guardar, reconhecer, defender-se e atacar [anticorpos] e produz a sua imunidade e auto aprimoramento.

E todos estes componentes se formaram e se auto aprimoraram durante todo o desenvolvimento da vida.

E fora do universo vital há o universo metacósmico, de poderes, de propósitos existenciais [ pois a existencialidade precede a vida], e entre todos há uma grande interação de ordem e harmonia que caminham em direção a uma eternidade por uma transcendentalidade aprimorística e direcionada.

Este universo é o de fazer ser e tornar-se realidade pela própria transcendentalidade.

Assim, o que detém a essência da mente, memória, psique não é o cérebro, mas a vitalidade e a natureza vitalpsíquica.

E o que detém a essência da vida não é a matéria, mas a própria natureza vital inserida dos pilares cósmicos. Pois esta tem o controle sobre si e se auto aprimora.

Do contrario a matéria produziria a vida, e isto não acontece. Imagine a matéria produzindo um órgão para funções especificas para o funcionamento da vida. Esta matéria só poderia ser uma super inteligência. E isto é impossível de ser verdade.

Pois, a essência de toda realidade se encontra nos cinco pilares. Não no tempo, no espaço, na matéria, na causa e efeitos.

A memória é a consciência do passado, porém é uma ferramenta vital.

A mente, o intelecto não foi desenvolvido num processo de evolução materialística para compreender e lidar com objetos materiais, espaciais, temporais, causa etc.

Mas sim, a mente é fruto da vida, da vitalidade e dos pilares cósmicos.

Não é só o cérebro, mas a pele reconhece todo mundo externo, e está preparado para proteger a vida do ser com este reconhecimento.

Esta racionalidade está em todos os órgãos, na imunidade, na produção de anticorpos, etc.

Assim, os pilares e a vida são os centros e os agentes fundamentais.

Assim, os órgãos da vida são ferramentas produzidas para desempenhar funções especificas. E trabalhar para a transcendentalidade e sua permanência.

METABIOLOGIA.

A vida não é espaço, tempo, matéria, mudança, quantidade, movimento, mas sim, é uma essência própria inserida de poder e que se desenvolve pelo direcionamento metafenomênico existencial, poder divino, cósmico, e as interações entre todos estes componentes.

Assim. A vida não é composta por componentes físicos, químicos, mas a vida é uma essência própria e inserida de propósitos metaexistenciais, cósmicos, e uma universalidade entre todos.

Princípio do metadirecionamento.

Os cinco pilares com a essência vital e através de direcionamentos para desenvolverem funções específicas constroem órgãos, metabolizações, potencialidade, mente psiquê, memória, instintos, inconscientes, anticorpos, imunidade, reprodução celular, aprimoramentos para que a vida continue no seu curso.

E estas ferramentas que trabalham para a vida são também componentes da vida

TRATADO DA RAZÃO CÓSMICA, METACÓSMICA, METAFENOMÊNICA, TRANSCENDENTAL E VITAL.

O transcendental não está só no vital, mas no poder divino, no cósmico, no meta, e nas interações.

O cosmo tem uma racionalidade própria de ordem, harmonia e processamento. Isto se encontra no movimento de afastamento lento dos astros, dando possibilidade para que a vida se desenvolva.

As potencialidades se desenvolvam para realizar funções em prol da vida.

Exemplo – o olho é um órgão complexo que a vitalidade o desenvolveu para realizar funções bio-psíquicas e existenciais do ser. E cumprir a metaexistencialidade.

Com os olhos o ser aumentou o seu tamanho e teve o tamanho do alcance e potencialidade dos olhos, alem de compartilhar da beleza do mundo.

Por isto que a estética se deve ao mundo metavital e vital, e a da FENOMENALIDADE TRANSCENDENTAL DO VITAL E DO PSÍQUICO.

Aqui há uma interação do objetivo a ser alcançado, pois com os olhos o ser ficou mais feliz e com uma maior existencialidade.

A pele também tem as suas funções existenciais e vitais.

Ou seja, os órgãos também são racionais.

Temos aqui uma relação direta entre metafísica, existencialidade, racionalidade, biologia, vitalogia, psicologia.

E isto complementa mais uma função cósmica, metaexistencial e existencial do ser através do poder vital e natureza vital.

Logo, há uma racionalidade direcionada e metaexistencial nisto tudo.

E o mesmo acontece com o cérebro.

Assim, temos.

A racionalidade cósmica e metacósmica.

O poder divino.

O metaexistencial.

O fenômeno.

O vital sobre si mesmo na produção de si e da realidade.

Assim, o desenvolvimento do olho passou por um processo lento e autodirecionado, por potencialidades e poderes pra uma interação cósmica transcendental, existencial e metaexistencial, regidos por poderes e racionalidades direcionadas.

Há um propósito divino e cósmico, real, vital em tudo, fora e dentro, e que o todo interage com o todo. E se universalizam entre si.

O propósito é existencial, metaexistencial, metafenomênico, transcendental, voltado para o aprimoramento e a perpetuação.

Pois, em tudo há poder do divino, e em tudo há ação de poderes.

Deus não está inserido dentro da vida, mas o seu poder que está inserido e age. Deus se encontra em si. Mas age sobre a vida. E o seu poder, este sim age sobre a vida e está na vida, e todas as suas categorias funcionais, transcendentais, existenciais.

Logo, Deus e vida não são a mesma coisa.

Deus é absoluto e imanente, imutável, intranscendente, mas o que transcende sobre todas as coisas e vidas é o seu poder.

A vida é mutável, mas venceu a morte pelo aprimoramento e a reprodução, através do poder e do meta, logo, vencer a morte já era uma condição inicial e natural do propósito metaexistencial da vida.

O ser e o homem não venceram a morte, um não pode ser o outro, e cada um -

[1] Deus, [2] vida, [3] ser tem as suas categoriais existenciais de ser e existir.

TERCEIRA CONCLUSÃO.

A realidade não é dialética, mas é craciometatransaprimorativa.

Poder.

Metacosmico.

Metafenomênica.

Transcendental.

Natureza aprimorativa.

Não é o espírito da era, e nem o cósmico da era.

É o poder, o meta, o trans, que determinam a vida, a razão, a existência, realidade, os fenômenos, e a existencialidade.

A matéria não teria condições de produzir tantas funções, ordens, transcendências, anseios, desejos, instintos, aprimoramentos e emoções.

A realidade e a vida vencem a morte.

Somos como uma célula que se reproduz. Só que temos a nossa consciência em nos. E a célula a consciência nela mesma.

A vida não depositou seu interesse na inteligência, mas na reprodução, na defesa e no aprimoramento vital, pois o seu objetivo é a perpetuação pela pelo poder e transcendentalidade.

Pois, em tudo há poder do divino, e em tudo há ação de poderes.

Deus não está inserido dentro da vida, mas o seu poder que está inserido e age. Deus se encontra em si. Mas age sobre a vida. E o seu poder, este sim age sobre a vida e está na vida, e todas as suas categorias funcionais, transcendentais, existenciais.

Logo, Deus e vida não são a mesma coisa.

Deus é absoluto e imanente, imutável, intranscendente, mas o que transcende sobre todas as coisas e vidas é o seu poder.

A vida é mutável, mas venceu a morte pelo aprimoramento e a reprodução, através do poder e do meta, logo, vencer a morte já era uma condição inicial e natural do propósito metaexistencial da vida.

O ser e o homem não venceram a morte, um não pode ser o outro, e cada um -

[1] Deus, [2] vida, [3] ser tem as suas categoriais existenciais de ser e existir.

O que faz o homem avançar não é a razão, os instintos, mas o poder vital, a razão vital, o metaprimoramento, e o poder divino.

QUARTA CONCLUSÃO.

A moral, a sociedade, a religião tem uma causa primaria que não é a sociedade, ou a inteligência. Mas sim, a vitalidade é que determina os seres a terem ordem moral social, moral e religião.

As abelhas e as formigas têm uma sociedade moral com funções pré-determinadas antes mesmos de nascerem.

O seu corpo, formato, funções e potencialidades, metabolismos são as suas representações do que serão na sociedade.

Aranhas que antes do nascimento já sabem que viverão até o acasalamento, lagartas que se transformam após uma fase da vida.

Animais com inteligência e capacidades para dominar e ser dominados.

E por fim, é a ordem da eternidade, transcendentalidade e aprimoramento da vida.

E que por fim produz no homem, na sociedade uma moral e felicidade que o universo vital e cósmico, e natureza vital precisa para a permanência e harmonia da vida.

É uma transcendentalidade metafenomênica que chega alicerça a vida. Da vida ao ser. Do ser à sociedade. Da sociedade à moral e à moral. E até a psicovitalidade.

A vitalidade construiu os sentimentos para servir de pilar e alicerces para a reprodução e as defesas [filhos recém-nascidos tem a proteção da mãe].

Nisto tudo há uma grande racionalidade e organização.

E com os sentimentos que leva à reprodução também leva à formação de famílias e sociedades. Isto em todas as classes dos animais, talvez dos vegetais.

No homem forma-se a sociedade, a moral e a religião.

Pode-se citar a inteligência vital e os instintos como ferramentas vitais em favor da vida.

QUINTA CONCLUSÃO.

METARACIONALISMO.

O mundo externo não chega até nós por nossas sensações e idéias.

Mas sim, por poderes divinos, vitais, cósmicos, metadirecionamentos e metafenômenos num universo de transcendentalidades.

A vida tem a sua própria racionalidade. Uma racionalidade interna e regida por poderes externos e internos e metaexistencialidades.

Por isto que a vida se protege, ataca, aprimora, transcende e perpetua.

A razão do homem é um grão de areia num cosmo de racionalidades de infinitos tipos.

Assim, o mundo externo chega até nos pelos cinco pilares cósmicos, e pelo poder e natureza vital. A vitalidade tem a sua própria racionalidade.

O homem e sua racionalidade é um resultado, e são levados para frente pela natureza vital que os produzem.

O homem, a mente, a psique, a racionalidade não são sujeitos, mas são objetos da natureza vital e sua racionalidade, potencialidades, e auto aprimoramento.

Assim, a natureza vital é a essência do homem.

SEXTA CONCLUSÃO.

A causa da natureza vital é a metaexistencialidade que produz e está inserida na natureza, por sua vez a natureza vital é uma racionalidade.

A metaexistencialidade tem as suas causas nos cinco pilares cósmicos.

As plantas têm a sua vital racionalidade, pois esta vital racionalidade que coordena suas funções e metabolizações.

E como os animais também se aprimoram, e produzem defesas e trabalham para a transcendentalidade.

As plantas reconhecem o mundo externo e interno, e luta para vencer problemas existenciais e mantém a vida e a reprodução.mantendo a transcendentalidade e a perpetuação da espécie.

Ou seja, há uma forma de racionalidade em tudo isto.

SÉTIMA CONCLUSÃO.

Há um poder divino, um direcionamento cósmico, uma metaexistencialidade [externo], que rege um poder interno sobre a vida, a mente, a racionalidade, existencialidade, e o homem.

Assim, temos o externo sobre o interno, e o interno sobre si e que sai de si para fora de si.

O propósito máximo de todo organismo não é só a reprodução, mas também a interação interna e externa, a regeneração celular, imunidade, reconhecimento, aprimoramento, capacidades de sobrevivências, metabolizações.

Ou seja, o propósito máximo é manter a vida, manter as potencialidades e aprimoramentos, com isto tudo manter a transcendentalidade.

Podemos citar cinco formas básicas de vida.

Divina.

Espiritual.

Vital.

Animal.

Vegetal.

O universo vital não trabalha em forma de inconsciente, mas em forma de racionalidade dirigida para a funcionalidade, transcendentalidade e aprimoramento.

O princípio que sustenta a vida não está nos órgãos sexuais, mas sim, na metaexistencialidade transcendental e no universo vital.

Até outras formas de manter a vida. Como na regeneração de órgãos e células, na reprodução de plantas.

Pois, o principio está fora do ser, está nos cinco pilares cósmicos e no universo vital.

A realidade não se processa através de opostos para formar uma síntese, num processo dialético.

Pois, o processo dialético não é inserido de direcionamento, vida, racionalidade e poder.

E o que direciona a realidade para frente e um aprimoramento são os pilares cósmicos.

A realidade é algo vivo, e não materialista e mecanicista.

Não fruto do espírito de uma era.

Antes de ser o que é numa época, ela já existe como projeto e projeção futura para vir a ser.

O ser não caminha em direção a um absoluto, pois, o absoluto é o divino. Pois o único que sobre tudo age. É imanente em si mesmo, logo não transcende.

Ou seja, a essência da realidade não está no tempo, no espaço, na causa, no efeito, na estrutura, no concreto, mas no poder e no universo metacosmico que é uma realidade e leva à segunda realidade a vir a ser.

A primeira é o poder e o meta, que são os sujeitos e objetos de si.

E é o sujeito da segunda. Logo, a segunda só é objeto.

Ou seja, o desenvolvimento de toda realidade não ocorre por opostos em direção a uma síntese. Ou a um fim absoluto. Mas sim, a natureza avança cautelosamente fenômeno após fenômeno, de si sobre si mesmo. E sendo regido por uma racionalidade, um poder, uma metaexistencialidade, e uma interação cósmica que rege e faz desenvolver toda realidade.

Assim, o poder é a essência da realidade e nela está a unidade.

E a lógica está na interação e na universalidade rumo a unidade geral.

Porém, a realidade tem a sua lógica.

O absoluto poder que rege e age sobre o transitório, o fenomênico.

O poder é a substancia do universo.

É nele que tudo age. E dele que emana a unidade.

Ou seja, a unidade parte de um ponto inicial, não é a chegada, mas a partida.

Logo, o absoluto é o inicio e não o fim.

Porém, absoluto é o único imanente – que é o divino.

O poder age e está no vital e na vitalracionalidade.

Assim, o fenômeno e a natureza avançam sobre si mesma, passo a passo, sendo regido

pela sua natureza e poderes metacósmico.

A mente do homem não produz a razão.

Homem e mente é o resultado do universo vital, cósmico, crácio e meta.

A mente é uma ferramenta do universo vital e natureza vitalpsíquica.

E no universo vital há uma racionalidade própria e anterior à mente.

E anterior ao universo vital há uma racionalidade, uma metaexistencialidade, metacósmica e craciológica.

A idéia da mente é antes de tudo a racionalidade vital.

A idéia, a mente e a racionalidade vital existem para uma finalidade e propósito existencial. Que é manter a vida, sua transcendência e perpetuação.

O divino com a ação de seu poder produz e promove a ordem e harmonia do mundo.

O pensamento não é a ordem do mundo, pois, antes do pensamento há a natureza vital e os cinco pilares cósmicos.

Não existe apenas ´´as idéias´´ [analogia a um pensador] como razoes para receber e unificar a realidade.

Pois, a vitalidade é uma racionalidade.

O organismo, órgãos e células têm a sua racionalidade, pois, estão prontos e ordenados para realizar funções, detectar ataques e produzir defesas [ anticorpos], e imunidades.

A pele é um órgão que realiza varias funções.

Há um mundo de poderes, propósitos, metafenômenos e direcionamentos que são formas de racionalidades.

Assim, a mente como resultado da unidade e ordem de sensações, percepções, pensamentos, inconscientes, que são elevados por um propósito e uma vontade do homem.

Porém, a grande racionalidade é a racionalidade vital e a dos cinco pilares cósmico.

A mente não é o resultado de toda realidade, pois, a mente é uma ferramenta da natureza vital, e da natureza vitalpsíquica.

Ou seja, os resultados da ordem, unidade, propósito, vontade, transcendentalidade, aprimoramento da mente são uma conseqüência do universo vital e universo vitalpsíquico e sua natureza.

Ou seja, a mente só é e só será o que o universo vital queira que ela seja.

Logo, só conhecemos a ordem e a unidade do universo vital na produção da mente e do psíquico.

Pois, o universo vital é uma conseqüência causada dos cinco pilares cósmicos e craciológico.

Logo, conhecemos através da natureza vital.

E dos pilares cósmicos.

E é esta a realidade.

Assim, Deus e natureza não são a mesma coisa.

Deus não está na natureza agindo sobre ela.

Deus age sobre a natureza com o seu poder.

Mas, não sai de si, ele é imanente, imutável, intranscendente.

O que é transcendente é o seu poder.

A natureza com os pilares desenvolveu potencialidades e racionalidades.

É bom ressaltar que este trabalho foi escrito numa analogia filosófica inversa.